Toque inicial»Seleção Brasileira»Risco de rebaixamento de Corinthians e Internacional altera calendário do futebol brasileiro em 2027

Risco de rebaixamento de Corinthians e Internacional altera calendário do futebol brasileiro em 2027

A decisão da CBF visa garantir a logística da Copa do Mundo feminina e minimizar os impactos nas competições nacionais.

Resumir com:
Compartilhar:
Risco de rebaixamento de Corinthians e Internacional altera calendário do futebol brasileiro em 2027

A CBF anunciou uma paralisação de 41 dias nas Séries A e B durante a Copa do Mundo feminina, que ocorrerá no Brasil entre 24 de junho e 25 de julho do próximo ano. Essa decisão também inclui a segunda divisão devido ao risco de rebaixamento enfrentado por clubes como Corinthians e Internacional, que terão estádios cedidos ao torneio.

Se esses times se mantiverem na Série A, pode haver alterações na paralisação da Segundona. Essa possibilidade será discutida durante o congresso técnico programado para o início de 2027. A presença de equipes cearenses na divisão não deve trazer problemas, já que o Arena Castelão estará em uso durante o Mundial, sendo possível a utilização do Estádio Presidente Vargas como alternativa.

Tanto a CBF quanto a FIFA desejam que as cidades-sede não realizem grandes eventos no período da Copa, a fim de garantir a logística adequada para o torneio.

Os clubes que jogam em estádios como Maracanã, Neo Química Arena, Beira-Rio, Mineirão, Arena Fonte Nova, Arena de Pernambuco e Arena Castelão precisarão atuar como visitantes, já que esses locais estarão sob administração da FIFA até 14 dias antes do início da competição.

A CBF, que divulgou recentemente o calendário 2027, enfrenta o desafio de organizar as competições em meio à paralisação da Copa e manter a estrutura que foi alterada em 2026. O Brasileirão está previsto para começar em 27 de janeiro, embora alguns clubes tenham solicitado que essa data fosse adiada para a primeira quinzena de fevereiro, visando mais tempo de pré-temporada. Já os Estaduais estão programados para iniciar em 10 de janeiro, mas a maioria dos grandes clubes deverá estrear com equipes mistas.

Embora houvesse discussões sobre mudanças no formato da Copa do Brasil, incluindo mais fases em jogo único, o novo contrato de direitos de transmissão, com valores superiores a R$ 1 bilhão por ano, exige partidas suficientes para compor o portfólio das empresas envolvidas, o que resultou na manutenção do regulamento atual.