A UEFA, representada por Aleksander Ceferin, e a CONCACAF, liderada por Victor Montagliani, enviaram uma carta conjunta ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, levantando preocupações sobre a proposta de privatização das competições da entidade.
Os dirigentes solicitam que as confederações analisem a proporção das reservas financeiras acumuladas pela FIFA que podem ser liberadas de forma responsável para suas associações-membro. A carta sublinha que a FIFA não precisa vender participação em suas competições para aumentar os recursos disponíveis para o desenvolvimento do futebol.
Ceferin e Montagliani mencionaram que a FIFA Forward Enterprise (FFE) foi proposta como uma forma de atrair investimentos externos, com o objetivo de gerar mais recursos. No entanto, a análise financeira levantou dúvidas sobre a real necessidade dessa transação para apoiar as associações.
No dia 28 de julho, Infantino defendeu a criação da FFE, avaliada em 20 bilhões de dólares, que visava vender participações minoritárias a investidores privados. Porém, após forte oposição, o presidente da FIFA recuou em 1º de agosto, reconhecendo que a proposta não atenderia ao objetivo inicial.


