As transferências internacionais entre clubes de futebol feminino alcançaram um novo marco, crescendo 19,2% em relação à janela de transferência do ano passado. Segundo um relatório divulgado pela Fifa, foram movimentados total de US$ 28,6 milhões (R$ 145,8 milhões), um aumento de 130% em comparação com os US$ 12,3 milhões (R$ 66 milhões) da mesma janela do ano passado.
No total, 1.406 jogadoras mudaram para clubes de outros países, o que representa um aumento significativo em relação aos US$ 1,23 milhão registrados na janela de 2022, mostrando um crescimento de 23 vezes nas negociações internacionais.
Os clubes ingleses foram os que mais investiram, gastando US$ 8 milhões (R$ 40,8 milhões), seguidos pelos espanhóis que desembolsaram US$ 6,6 milhões (R$ 33,7 milhões). Em destaque, a transferência de Kerolin do Manchester City para o Barcelona, que ocorreu por cerca de R$ 8,85 milhões, se tornou a maior transação de uma atleta brasileira na história.
Outros países que compuseram o Top-5 em gastos foram: Alemanha (R$ 25 milhões), Estados Unidos (R$ 14,8 milhões) e Itália (R$ 10,73 milhões). Além disso, os clubes da Suécia se destacaram ao faturar US$ 4,2 milhões (R$ 21,45 milhões) em vendas.

