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Técnico do PSG feminino comenta chances do Brasil na Copa do Mundo e a evolução do futebol feminino no país

Paulo César analisa o crescimento do futebol feminino no Brasil e as expectativas para a seleção na Copa do Mundo, destacando desafios e oportunidades.

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Técnico do PSG feminino analisa a campanha do Brasil na Copa do Mundo e o desenvolvimento do futebol feminino

Paulo César, técnico do PSG feminino, falou sobre a meta do clube na UEFA Women’s Champions League, onde o objetivo é avançar entre as quatro melhores equipes. A equipe já teve um desempenho sólido, sem derrotas em três jogos, apesar de estar em um grupo considerado forte, que conta com equipes como Manchester City, Real Madrid, Bayern de Munique, Chelsea e Juventus.

Paulo César destacou que o PSG procura um projeto que prioriza a formação de jogadoras francesas, mas também conta com atletas de diversas nacionalidades, incluindo brasileiras e holandesas. O técnico reconhece a dificuldade de montar uma equipe competitiva apenas com jogadoras locais, mas acredita que o objetivo de criar um time qualificado está sendo alcançado.

Sobre a comparação entre o futebol feminino europeu e o sul-americano, o treinador criticou a qualidade das infraestruturas no Brasil. Ele ressaltou que, em comparação com o PSG, a estrutura de trabalho na Europa, incluindo campos e suporte multidisciplinar, faz uma grande diferença no rendimento das atletas. No PSG, a equipe feminina compartilha as instalações com os times masculino e da base, o que proporciona uma estrutura melhor para o desenvolvimento das jogadoras.

A respeito das expectativas para a Copa do Mundo que ocorrerá no Brasil, Paulo César elogiou o trabalho de Arthur Elias na seleção, destacando a qualidade do elenco, que conta com jogadoras atuando nos maiores clubes do mundo. Contudo, ele não vê o Brasil como o favorito absoluto, citando a Espanha, Suécia, Alemanha e Inglaterra como as principais concorrentes. No entanto, a vantagem de jogar em casa pode ser um fator decisivo para a equipe.

Ele também mencionou que jogadoras estrangeiras estão buscando conhecer o contexto do futebol brasileiro, o que demonstra o interesse e a curiosidade delas em se adaptar ao ambiente em que atuarão durante a competição.