Ruben Amorim, o treinador do Milan, falou sobre diversos temas na véspera do jogo contra o Benfica pela Europa League e suas declarações chamaram a atenção.
Amorim comenta sobre o convite do Benfica e as expectativas para o jogo
Foi convidado para treinar o Benfica este ano?
Amorim afirmou que não houve convite para treinar o Benfica, reiterando que sua vinda para o Milan foi um movimento decidido por ele. “Sempre disse que não ia treinar e toda a gente sabia. Não ia treinar, o Milan ligou-me e convenceu-me a treinar”, declarou o técnico. O assunto do convite foi encerrado, confirmando que Marco Silva foi a opção do clube lisboeta após a saída de José Mourinho.
Expectativas para o jogo contra o Benfica
“É um jogo especial. Benfica e Milan já disputaram duas finais da Liga dos Campeões, em 1963 e 1990, e o Benfica perdeu as duas. Este jogo é um símbolo do futebol europeu”, comentou Amorim. A vitória é o foco principal, especialmente em vista do próximo compromisso da equipe contra o Lecce.
O Benfica pode ser campeão e vencer a Europa League?
Amorim elogiou o potencial do Benfica, afirmando que “o Benfica pode vencer qualquer jogo porque tem um grande treinador e jogadores para isso”. Ele ressaltou que as equipes portuguesas enfrentam uma responsabilidade excessiva nas competições europeias, dadas as diferenças de condições em relação a clubes de outros países.
Amorim também fala sobre o Sporting
Como vê o momento atual do Sporting?
O treinador afirmou que o Sporting “joga muito bem e é forte”, mas precisa de tempo para implementar mudanças. “Os ciclos são assim. Antes de acabar, é preciso começar a ser mudado”, analisou. Apesar de algumas desavenças, Amorim expressou seu carinho pelo clube onde fez história.
Saída do Sporting: hoje faria as coisas da mesma forma?
Contemplando sua saída do clube, Amorim reconheceu que poderia ter agido de forma diferente, mas explicou as circunstâncias envolvidas em sua decisão. “O meu filho é sportinguista e tenho que assistir aos jogos todos os fins de semana”, comentou, reforçando seu vínculo emocional com o Sporting.
Como estão os primeiros tempos em Itália?
Amorim disse sentir-se em casa no Milan, observando que o ambiente é familiar e semelhante ao que teve no Sporting. “É uma pressão grande, mas é o preço a pagar por treinar grandes clubes”, concluiu.

