Caetano analisa impacto da turbulência política na CBF em resultados da Seleção Brasileira
O ciclo da CBF entre as Copas do Mundo de 2022, no Catar, e de 2026, na América do Norte, ficou marcado por mudanças significativas na entidade e na Seleção Brasileira. A presidência passou por Ednaldo Rodrigues, Fernando Sarney como interventor e, desde maio de 2022, está sob o comando de Samir Xaud, que permanecerá até, pelo menos, 2029.
No comando da Seleção, Ramon Menezes e Fernando Diniz atuaram como interinos antes da chegada de Dorival Júnior, que permaneceu por pouco mais de um ano. Desde maio de 2025, Carlo Ancelotti é o técnico da equipe.
Em entrevista no programa CNN Esportes S/A deste domingo (13), Rodrigo Caetano, coordenador-executivo-geral das Seleções Masculinas da CBF, destacou o impacto da crise política na CBF nos resultados em campo, mas se mostrou otimista em relação ao futuro. “Se você vai para uma competição em que seu erro tem que ser zero e já carrega uma preparação que não foi a ideal, a gente tentou acelerar nesse último ano com o Mister (Carlo Ancelotti). Eu estou aqui há dois anos e quatro meses, e já teve o trabalho interrompido do Dorival. Nunca é o ideal. Agora, o que nos dá esperança é que, mesmo após a eliminação, a CBF confirmou a continuidade do trabalho com ajustes”, disse Caetano.
A fala do gestor ilustra a confiança na continuidade da preparação e na capacidade de Ancelotti em conhecer melhor os jogadores brasileiros, aumentando as alternativas na hora de formar a lista final para futuras competições.
O programa CNN Esportes S/A, agora em sua 154ª edição, também contou com a presença de Ancelotti e tem abordado temas relevantes do mercado esportivo, que movimenta bilhões e é um dos mais lucrativos do mundo.

