O apresentador Thiago Asmar, conhecido como Pilhado, destacou o apoio do técnico do Grêmio, Renato Gaúcho, a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial contra Lula (PT). Asmar aproveitou a oportunidade para criticar o atacante Paulinho, ex-Atlético e atualmente no Palmeiras, e o ídolo do Corinthians, Casagrande, por terem declarado apoio ao candidato do PT.
Em suas declarações, Pilhado afirmou: “É por isso que eu respeito muito o Renato Gaúcho. Enquanto um bando de jogador e ex-jogador que nunca ganhou nada, como o Paulinho, do Palmeiras, Casagrande, ficam declarando apoio ao Lula, o Renato Gaúcho, que é ídolo nacional, declarou apoio a Bolsonaro em coletiva de imprensa.”
Defesa de Renato Gaúcho em relação ao auxiliar
A declaração de apoio de Renato surgiu após ele ser questionado sobre a prisão de seu auxiliar, Alexandre Mendes, detido em 8 de outubro por suposto descumprimento de medida protetiva. Mendes foi solto no dia 9 de outubro, após a revogação da prisão preventiva.
Renato Gaúcho criticou a repercussão do incidente e expressou sua crença na inocência de Mendes, cuja defesa argumenta que a acusação de violação da medida protetiva é falsa. Os advogados alegam que Mendes e sua ex-companheira estavam no Parque de Exposições de Esteio durante a Expointer e não tiveram contato.
“A gente vive em um país que é o seguinte: antes se atira e depois perguntam se é inocente ou culpado. […] O dia que ele fizer isso ele não vai mais trabalhar comigo. […] Eu sou a favor do cara que bate na mulher ser preso, sou totalmente a favor”, declarou Renato, defendendo seu auxiliar.
Renato Gaúcho
Apesar da defesa de Renato, a situação de Mendes não se resolve completamente. A prisão preventiva foi revogada, mas o processo por violência psicológica contra sua ex-companheira ainda está em andamento.
Contexto do caso
A acusação contra Alexandre Mendes tramita no 2º Juizado de Violência Doméstica e Familiar de Porto Alegre. Um processo foi iniciado em agosto de 2024 após a ex-companheira alegar violência física e psicológica. Um inquérito anterior não resultou em indiciamento de Mendes, mas posteriormente, o Ministério Público ofereceu denúncia, que foi aceita pela Justiça, e o caso continua sem sentença.

