O presidente do conselho deliberativo do Goiás, Paulo Rogério Pinheiro, afirmou em entrevista que não se considera responsável pelo fracasso do clube na Série B. Ele garantiu que não teve influência nas decisões relacionadas ao futebol e citou como única ação sua a contratação do diretor de futebol, Michel Alves.
“Não fui a nenhum treino este ano, não participei de nada no futebol. Coloque apenas o Michel Alves na minha conta. Só fui apagar incêndio de dinheiro no executivo contra a minha vontade. E eu sou o único xingado. Então dia três de dezembro darei minhas respostas a tudo”, destacou Paulo Rogério.
Paulo Rogério assumiu a presidência do conselho deliberativo em setembro, após mudanças no estatuto do clube. Ele ocupava a função de conselheiro antes de assumir, enquanto Aroldo Guidão era o presidente. Após a volta do presidencialismo na instituição, Aroldo ficou com a presidência executiva, e Paulo Rogério passou a liderar o conselho. Menos de 15 dias após essa transição, Aroldo renunciou, e Paulo nomeou Munir Calixto como novo presidente executivo.
Munir Calixto ficará no cargo até a eleição presidencial do Goiás, marcada para o dia primeiro de dezembro. Paulo Rogério prometeu esclarecer toda a situação em uma coletiva marcada para três de dezembro, apenas dois dias depois da nova presidência assumir. No entanto, ainda não há chapas confirmadas para a disputa eleitoral.

