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Neymar é punido com dois jogos de suspensão após polêmica em Santos x Bahia e desfalca o Santos em três partidas

Neymar enfrentou a punição após incidente polêmico, perdendo a chance de ajudar o Santos em momentos cruciais do Campeonato Brasileiro.

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CBF divulga análise do VAR que resultou na expulsão de Neymar por "Lei Vini Jr." em Santos x Bahia

O atacante Neymar foi punido com dois jogos de suspensão pela Segunda Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O julgamento ocorreu nesta quarta-feira, 28, após a polêmica envolvendo a violação do protocolo conhecido como “Lei Vini Jr.” durante o empate em 1 a 1 entre Santos e Bahia, realizado no último sábado (24), pelo Campeonato Brasileiro.

O camisa 10 do Santos foi expulso na partida após cobrir a boca em uma discussão com Rodrigo Nestor, meio-campista do Bahia. Com essa decisão em primeira instância, a defesa do atleta pode recorrer ao pleno do Tribunal.

Em função da suspensão, Neymar só deverá retornar aos gramados após a Data Fifa, especificamente no duelo contra o Grêmio, marcado para a Vila Belmiro, válido pela 36ª rodada do Brasileirão. Além disso, ele será desfalque em três jogos: contra Palmeiras, Red Bull Bragantino e Coritiba, já que recebeu o terceiro cartão amarelo na partida anterior.

A expulsão de Neymar ocorreu antes do início do segundo tempo, após recomendação do árbitro de vídeo (VAR). Sávio Pereira Sampaio aplicou a “Lei Vini Jr.”, que prevê a expulsão de jogadores que cobrem intencionalmente a boca ao discutir com adversários.

A Procuradoria do STJD enquadrou Neymar no artigo 191, inciso II, do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que refere-se ao descumprimento de determinações de entidades esportivas. Entretanto, a Procuradoria pediu pela aplicação do artigo 258, que trata de condutas contrárias à disciplina ou à ética desportiva.

Durante a votação, apesar de os auditores Ana Luiza Ralil e Luiz Gabriel Batista Neves terem divergido parcialmente do relator Delmiro Dantas ao sugerirem a suspensão de quatro partidas, o Presidente da Comissão, Ticiano Figueiredo, acompanhou integralmente a decisão do relator.