O Atlético-MG enfrenta o Montevideo City Torque na semifinal da Copa Sul-Americana, um adversário pouco conhecido que surpreendeu ao chegar a essa fase da competição pela primeira vez. O clube uruguaio tem se destacado por seus altos investimentos e uma trajetória recente notável no futebol.
Fundação e venda para o Grupo City
Fundado em 2007, o Montevideo City Torque, anteriormente conhecido como Club Atlético Torque, começou sua caminhada no futebol uruguaio na terceira divisão. A equipe logo se destacou ao emplacar uma série de 11 jogos sem perder e subiu para a segunda divisão. Após fusão com o Huracán, conquistou o acesso à elite do futebol uruguaio em 2013, após um bom desempenho na “Série B”.
Em abril de 2017, o clube foi adquirido pelo Grupo City, que visa transformar o Torque em uma potência na formação de jogadores na América do Sul. Sob a direção do técnico Paulo Pezzolano, o time ganhou a segunda divisão em seu primeiro ano sob a nova gestão, mas foi rebaixado em 2018. Retornou à Série A em 2019 e permanece na divisão desde então. Em 2020, o clube passou a adotar uma nova identidade visual, alinhando-se ainda mais com o Grupo City.
Como joga o Montevideo City Torque?
O Atlético-MG encontrará um adversário cheio de confiança. Sob o comando de Marcelo Méndez, o City Torque utiliza um esquema tático 4-3-3, caracterizado por pressão alta e rápidas transições. O time é conhecido por sua capacidade de se adaptar a diferentes situações de jogo, sendo eficiente em manter a organização mesmo em desvantagem. Essa resiliência ficou evidente nas suas campanhas de eliminatórias.
Agora, o Montevideo City Torque busca prolongar a melhor campanha internacional da sua história na Copa Sul-Americana, mostrando que veio para fazer barulho na competição.

