O Internacional protestou formalmente à CBF após a derrota para o Fluminense por 2 a 1, em duelo realizado no Maracanã. O gol do time carioca, marcado aos 51 minutos do segundo tempo, gerou indignação entre jogadores, comissão técnica e diretoria do clube gaúcho.
Durante a partida, o presidente do Internacional, Alessandro Barcellos, criticou severamente a arbitragem de Lucas Casagrande, destacando erros graves, como a não expulsão do lateral Renê e um pênalti não marcado a favor do Inter. “A sensação é de que fomos assaltados aqui”, afirmou o dirigente, que também apontou a necessidade de árbitros experientes para os jogos decisivos do Campeonato Brasileiro, uma vez que o time está lutando contra o rebaixamento.
Além de Barcellos, o capitão Alan Patrick e o técnico Eduardo Baptista também manifestaram descontentamento com a atuação do árbitro. Patrick criticou a falta de coragem para mostrar o vermelho a Renê, que teve uma entrada violenta em um jogador do Internacional. “O cara quase quebrou a perna do nosso atleta. O VAR não chamou. Ou a falta do Renê não era pra vermelho?” enfatizou Barcellos.
O Internacional, que se sente prejudicado por erros de arbitragem nas últimas rodadas do campeonato, emitiu uma nota oficial repudiando o desempenho da arbitragem e ressaltando que esses tipos de falhas comprometem a integridade da competição. “Pela terceira rodada consecutiva, o Inter deixa o campo prejudicado. Fica a pergunta: a quem interessa?” questionou o clube em sua manifestação.
Apesar do apelo à CBF, Barcellos admitiu que a entidade pouco tem agido em resposta a reclamações formais. “Nós não paramos de nos mobilizar e manifestar, e não adiantou. Então talvez tenhamos demorado para fazer uma manifestação pública”, concluiu o presidente.

