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Edmundo, Luxemburgo e outros ícones do esporte não conseguem se eleger nas eleições de 2026

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Edmundo, Luxemburgo e outros ícones do esporte não conseguem se eleger nas eleições de 2026

As eleições de 2026 contaram com a participação de diversas personalidades do esporte, incluindo ex-jogadores de futebol, atletas olímpicos, e técnicos que disputaram vagas no Legislativo. No entanto, a maioria dos candidatos ligados ao esporte não conseguiu se reeleger ou conquistar uma cadeira.

Entre os nomes mais conhecidos que não se elegeram estão Edmundo, Luís Fabiano, Vanderlei Luxemburgo e Leila do Vôlei.

Edmundo, Luís Fabiano e Luxemburgo ficam fora

No Rio de Janeiro, Edmundo (PSDB), ex-atacante do Vasco e Palmeiras, tentou uma vaga de deputado federal, mas obteve apenas 35.725 votos, o que não foi suficiente para garantir sua eleição.

Em São Paulo, Luís Fabiano (MDB), que teve passagens marcantes por São Paulo, Sevilla e pela Seleção Brasileira, recebeu 9.613 votos na disputa pela Câmara Federal, mas também não conseguiu se eleger.

Outro ex-jogador que não obteve sucesso foi Finazzi (MDB), que também ficou de fora com 1.069 votos.

No Tocantins, Vanderlei Luxemburgo (Podemos), ex-técnico da Seleção Brasileira, disputou uma das duas vagas ao Senado e terminou fora da disputa com 67.987 votos, totalizando apenas 4,11% dos votos válidos.

Leila do Vôlei perde reeleição ao Senado

No Distrito Federal, Leila do Vôlei (PDT) não conseguiu renovar seu mandato de senadora, terminando em terceiro lugar com 686.340 votos, correspondendo a 21,25% dos votos válidos. As duas vagas ficaram com Michelle Bolsonaro e Bia Kicis.

O ex-jogador Marcelinho Carioca (Republicanos) também tentava retornar ao Legislativo, mas recebeu apenas 2.494 votos na disputa por uma cadeira de deputado distrital.

No Piauí, Sarah Menezes (MDB), campeã olímpica de judô, ficou de fora com 10.516 votos, e em Minas Gerais, Maurício Souza (PL), campeão olímpico de vôlei, também não foi reeleito, recebendo 16.122 votos.

Dirigentes do futebol também ficaram sem mandato

A eleição também não foi favorável para dirigentes do futebol. Eduardo Bandeira de Mello (PV), ex-presidente do Flamengo, e Marcos Braz (PSDB), ex-vice-presidente de futebol do mesmo clube, tentaram uma cadeira na Câmara Federal, mas ficaram fora após receberem 18.305 e 20.279 votos, respectivamente.

Em Minas Gerais, Sérgio Santos Rodrigues, ex-presidente do Cruzeiro, disputou a Câmara, mas não conseguiu se eleger. Alexandre Kalil (PDT), ex-presidente do Atlético-MG, também não avançou no pleito para o Governo de Minas Gerais, recebendo 403.466 votos.

Quem foi eleito

Apesar das derrotas, alguns nomes do esporte conseguiram conquistar ou manter seus mandatos. No Rio Grande do Sul, Danrlei (PSD) foi reeleito deputado federal com 105.079 votos. No Rio de Janeiro, o ex-nadador Luiz Lima (Novo) também foi reeleito, obtendo 79.249 votos.

Na Bahia, Bobô (PCdoB) foi eleito deputado estadual com 70.893 votos. Em São Paulo, Felipe Sertanejo (PL) conquistou uma cadeira de deputado estadual com 138.277 votos. No Amazonas, Rozenha (PSD) foi reeleito deputado estadual, recebendo 62.201 votos e acumulando o cargo de presidente da Federação Amazonense de Futebol.

Camila Pessanha

Redatora Esportiva I Diretora de Comunicação & Marketing | Branding & Reputation I PR

Torcedora do Sport Club Corinthians Paulista

Profissional de Comunicação e Marketing, com atuação em branding, MKT Digital, reputação e relações públicas. Apaixonada por futebol, boas histórias e pelos bastidores que ajudam a explicar o que acontece dentro das quatro linhas. Corinthiana desde sempre, porque corinthiano não vira, nasce. No Futebol News, escrevo com olhar crítico, bom humor e atenção a tudo o que movimenta o futebol dentro e fora de campo.

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