Corinthians e São Paulo elevam o nível com folhas salariais de R$ 2 milhões na final do Brasileirão Feminino
24 set
2026
– 01h28
(atualizado às 01h31)
Resumo: Corinthians e São Paulo, finalistas do Brasileirão Feminino 2026, destacam-se pelo alto investimento com folhas salariais estimadas em R$ 2 milhões mensais cada. Tamires recebe R$ 40 mil no Timão, enquanto Giovanna Crivellari e Camilinha ganham R$ 50 mil cada no Tricolor, mostrando a influência do investimento na luta pelos principais títulos nacionais.
Corinthians e São Paulo se enfrentam na final da Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino de 2026, não apenas pelo desempenho em campo, mas também pelo investimento significativo que cada clube destina à modalidade.
A Agência RTI Esporte apurou que as folhas salariais dos dois times são estimadas em cerca de R$ 2 milhões por mês, posicionando-os acima da maioria dos clubes que competem no futebol feminino nacional. Apesar das dificuldades financeiras gerais, os elencos foram reforçados, com ênfase no impacto financeiro nos últimos anos.
Corinthians e seus altos investimentos
No Corinthians, a folha mensal é estimada em R$ 2 milhões, incluindo a comissão técnica de Emily Lima. Tamires se destaca como a jogadora mais bem paga, com um salário de R$ 40 mil.
São Paulo com salários competitivos
O São Paulo apresenta uma folha semelhante, com R$ 2 milhões mensais. No entanto, a distribuição salarial é diferente, com Giovanna Crivellari e Camilinha recebendo R$ 50 mil cada, superando o teto individual do Corinthians.
A importância do investimento na decisão
A presença de Corinthians e São Paulo na decisão evidencia o papel crucial do investimento no futebol feminino. Ambos os clubes ampliaram suas estruturas e reforçaram os elencos, elevando as folhas salariais para disputar os títulos mais importantes do país.
Com perspectivas de crescimento contínuo dos investimentos em 2027, a final será um embate não só entre as competições em campo, mas também entre os projetos financeiros robustos que ambos os clubes representam no futebol feminino brasileiro.



