O ex-jogador Carlos César, campeão da Copa Libertadores de 2013 pelo Atlético-MG, enfrenta um impasse judicial envolvendo uma mansão de luxo em um condomínio na Pampulha, Belo Horizonte. Em julho de 2023, a empresa responsável pela locação do imóvel entrou com uma ação de despejo contra ele, alegando atraso no pagamento do aluguel.
Documentos do processo revelam que a empresa cobrava mais de R$ 56,3 mil referentes a aluguéis vencidos, multa, taxas de condomínio e honorários advocatícios, elevando o valor total da causa para cerca de R$ 278,3 mil. A mansão, avaliada em R$ 6 milhões, possui sauna, piscina, espaço gourmet, quatro quartos e seis vagas de garagem. O aluguel mensal do imóvel era de R$ 18,5 mil.
Defesa do ex-jogador
A defesa de Carlos César afirma que o contrato de locação estabelecia um valor de R$ 16,5 mil nos primeiros 12 meses, subindo para R$ 18,5 mil apenas a partir do 13º mês. Contudo, a empresa teria cobrado o valor maior desde o início do contrato, incluindo multa, juros, correção e honorários.
Além disso, a defesa destaca que após a entrega das chaves, foram constatados problemas significativos no imóvel, como vazamentos e infiltrações. Informam que Carlos César custeou parte dos reparos necessários. Segundo a defesa, uma Notificação extrajudicial foi enviada em 15 de julho de 2026, solicitando correções nos boletos, reparos e restituições de valores pagos a mais, mas sem resposta até o momento.
A defesa se comprometeu a apresentar toda a documentação necessária ao Poder Judiciário quando devidamente citada.



