A Federação Belga de Futebol manifestou diversas falhas de governança e exigiu transparência nos processos de decisão, incluindo a reversão do cartão vermelho mostrado ao atacante Folarin Balogun durante o Campeonato do Mundo.
No comunicado, a RBFA ressaltou que ainda aguarda respostas claras sobre o projeto, que foi abandonado, de abrir as competições internacionais de futebol a investidores privados, que teriam a responsabilidade pela gestão das receitas.
“Dois meses após os acontecimentos, constatamos que as nossas perguntas permanecem sem resposta”, destacou a presidente da federação belga, Pascale Van Damme. “É essencial que casos como estes sejam geridos de uma maneira transparente e rigorosa, nos melhores interesses da FIFA, da boa governança e da credibilidade do futebol internacional,” completou.
A federação belga se junta a outras organizações europeias, como as da Suécia, Escócia e Itália, que também expressaram reservas ou se retiraram do apoio ao presidente da FIFA.
Gianni Infantino, que tem liderado a FIFA desde 2016, confirmou no último domingo sua intenção de buscar um novo mandato nas eleições previstas para março de 2027. Até o momento, ele é o único candidato formalmente declarado, apesar das críticas enfrentadas no cenário esportivo.

