A Seleção Brasileira Feminina enfrenta a Argentina nesta terça-feira (13), na Arena de Pernambuco, em mais um compromisso da Data FIFA. O técnico Arthur Elias, em coletiva após o treino do dia anterior, indicou que espera um confronto diferente do último, onde o Brasil venceu por 3 a 1 na Arena Beira Rio, em Porto Alegre, no sábado (10).
Arthur Elias expressou confiança na maturidade coletiva da equipe para organizar a tática. Segundo ele, o jogo pode ser equilibrado, com momentos alternados de domínio do Brasil e pressão da marcação alta argentina. “Preparei o time para isso e, se não for exatamente comoprevemos, a equipe sabe se ajustar durante os primeiros minutos”, comentou o treinador.
O comando técnico espera que a Seleção tenha um desempenho dominante, priorizando a posse de bola. “Que seja um pouco mais claro com a posse, sem perder a nossa identidade e modelo de jogo quando perdemos a bola”, acrescentou Arthur.
DNA ofensivo
Sobre críticas à exposição defensiva da equipe, o técnico defendeu uma filosofia de jogo mais ofensiva. O retorno da atacante Geyse, do América do México, que foi destaque no último jogo da Argentina com um belo gol, foi destacado por Arthur, aumentando a competitividade no ataque.
A zagueira Marisa também comentou sobre o estilo de jogo brasileiro, afirmando que, apesar dos riscos, a equipe busca superar adversários com um ataque forte: “Se tomarmos dois gols e fizermos quatro, ganhamos. O que importa para nós é a vitória e potencializar nossos pontos fortes”.
Conexão com a torcida
Arthur Elias ressaltou a importância simbólica de jogar em um dos estádios que receberão a próxima Copa do Mundo. Ele acredita que a atuação em território brasileiro fortalece o espírito da equipe, convertendo a torcida em um aliado na preparação para o Mundial. “Quero jogar cada vez mais no Brasil”, afirmou.
A zagueira Marisa também evidenciou a relevância do apoio do público, destacando que levar o futebol feminino a diferentes locais é crucial para despertar o interesse na modalidade. “É importante fazer as pessoas acreditarem mais no futebol feminino”, concluiu.

